Crítica – A Bruxa (2016)

Depois de tanto hype e de esperar mais de 6 meses para assistir esse terror que foi tão bem elogiado, até mesmo pelo próprio mestre do terror Stephen King, resolvi dar uma chance.

O começo do filme te remete muito a um filme do Shayamalan, tipo “A Vila”, toda aquela atmosfera dos anos 1600 nos Estados Unidos, os ingleses indo para a América em busca de uma vida melhor e é claro a religião, que era a “lei” daquela época.

O plot do filme é simples, uma família é expulsa de um vilarejo e se muda para um terra as margens de uma floresta, que pelo trailer ficamos sabendo que é habitada pela criatura do título do filme, a bruxa. Então começam a se desenrolar vários acontecimentos estranhos, o caçula da família desaparece, as cabras começam a dar sangue ao invés de leite… Tudo isso tá no trailer.

Por tudo que se viu no trailer, pela trilha sonora aterrorizante e pela ambientação esperava um filme de terror diferente, e foi isso que A Bruxa me entregou. O filme se desenrola bem rápido, afinal são apenas 90 minutos, que ele usa muito bem.

Não vá esperando um terror no estilo Atividade Paranormal, com jump scares e todo aquele “padrão” de filmes de terror,  A Bruxa é um filme de terror psicológico, que usa ícones de histórias infantis de um jeito que você sai da sala de cinema imaginando as atrocidades que a Disney deixou tão bonitinhas nos desenhos.

A visão que é que o filme aproveitou várias passagens, e você vai identificar quando assistir, de histórias dos Irmãos Grimm.

O filme tem cenas assustadoras, cenas que te deixaram arrepiado, mas não vai te assustar, vai te fazer pensar se aquilo tudo é verdade ou apenas delírio de uma sociedade de olhos vendados pela religião.

Assista A Bruxa, um filme de terror diferente, mas vá com a cabeça aberta, pois com certeza ira comentar sobre o filme bastante quando sair da sala de cinema.

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About Author: Cleberson Balbino Rosa

O Cara da TI, solteiro, cinéfilo e um amante de tecnologia. Sempre demorando meses para terminar um livro e um fim de semana para terminar uma série.